Um livro que também é uma máquina do tempo, que nos transporta para quando Jesus passou pela Terra deixando-nos lições sobre a força do Evangelho. O livro apresenta a sabedoria de Seus ensinamentos como a eterna primavera, após o inverno das dificuldades. A autora usa essa metáfora poética para mostrar como os ensinamentos de Jesus podem trazer renovação e esperança, mesmo nos momentos mais difíceis.
O tom de libertação da Boa-nova de Jesus, sempre atual, é a segura diretriz, a solução para todos os problemas do grave momento que se vive. A obra apresenta uma prosa poética incomparável, onde Amélia Rodrigues aborda passagens evangélicas com profunda sabedoria e uma visão encantadora da missão do Cristo.
Divaldo Franco define Amélia Rodrigues como “a cronista do Evangelho”, e esta obra reafirma essa característica ao comentar acontecimentos evangélicos com uma perspectiva espiritual elevada e linguagem literária refinada.
Citações
“(…) não existe maior violência do que a pacificação. Forte não é o que tripudia sobre o fraco, nem o que esmaga aquele que cede. Este ganha, talvez, mas não se realiza na peleja. A verdadeira vitória ocorre nas telas íntimas do mundo moral: superar paixões, vencer as dificuldades e frustrações, renunciar quando poderia exigir, ceder quando desejaria pelejar pelo triunfo, amar quando tudo conspira contra esse sublime sentimento….” (p. 71)
“Vigoroso, invectiva contra o erro, arrosta as consequências das atitudes, verbera contra o crime e a simonia diante dos acumpliciados com a usurpação e a hedionda hipocrisia” (p. 62).
“A obra do amor é lenta, sem embargo, segura “(p. 53)
