Trabalhadores invisíveis, Relatos da Colónia Esperança Chico Xavier

Trabalhadores invisíveis, Relatos da Colónia Esperança Chico Xavier
Título: Trabalhadores invisíveis, Relatos da Colónia Esperança Chico Xavier
Autor: André Luís Vilar
Pelo Espírito: Jerónimo Mendonça
Género: Desenvolvimento Pessoal e Espiritual
Editora: TV A Caminho da Luz
Observações: 1ª edição, 2024

Como será a vida depois da morte do corpo? Esta obra de André Villar, pelo Espírito Jerónimo de Mendonça relata-nos a vida numa colónia espiritual existente junto à crosta, para onde são encaminhados espíritos recém desencarnados, com condições de permanecerem ali. E é a partir do grande parque hospitalar daquele lugar que igualmente são preparados espíritos para nova encarnação.

Esta obra traz-nos ao entendimento a vida que prossegue em paralelo à que se desenrola na Terra, das visitas dos companheiros espirituais aos lugares terrenos que conhecem ou que carecem da sua assistência, bem como das responsabilidades que lhes são pedidas. Ficamos igualmente de algumas das interações entre diferentes colónias espirituais, estendendo a nossa compreensão sobre a vida para além da morte, consubstanciada em inúmeras outras obras espíritas e que aqui, numa linguagem contemporânea, confluem.

 

Citação

“- Imaginem, atualmente, na Terra, a carga de desejos, de ódio e de inveja recebida advinda das redes sociais, da facilidade de exposição da própria vida.

– Verdade, Jerônimo – atalhou Dr. Adroaldo. – Um dos grandes problemas da atualidade é o uso invigilante da tecnologia. Aqui, há muito tempo, foi esclarecido que esse uso não poderia ser impensado. Paulo já ensinava em sua epístola:

‘Tudo vos é lícito, mas nem tudo vos é permitido’. Podemos usar, mas com caridade, com discernimento, com finalidade de tirar proveito.

Aqui na colónia, anos atrás, estávamos com sérios problemas nesse sentido, passámos por uma fase bem delicada, superamos depois de muito esclarecimento. Mesmo assim, houve aqueles que nos deixaram, por não concordarem com a política adotada. Em relação à crosta, verifico que a cada dia, por não agirem como cristãos e pela falta de vigilância e de oração, os encarnados entram em brigas, discussões, fantasias. Muitos não sabem por que o lar está em frangalhos.

“Antes, os obsessores envolviam os encarnados pela bebida, pelo sexo, pelo desejo desenfreado de ter cada dia mais; hoje, porém, vejo que essa mesma técnica segue firme, mas aumentou assustadoramente o número de espíritos que estão aprendendo técnicas de manterem os encarnados, horas a fio, na frente da televisão, do celular, sem tirarem proveito algum. Afastam-se da família e da vida social para ficarem reclusos das médias sociais, que tiram o valioso tempo que possuem.”